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Design gráfico em processos participativos: amarração, rede e marcas

Article scientifique 2024 Portugais

Résumé

A pesquisa tem como objetivo desenvolver a hipótese de que o design é capaz de atuar na construção de um corpo coletivo em processos participativos e elabora três conceitos-movimentos para pensar o projeto gráfico nesses contextos: 1) Desenho como amarração, 2) Grupo como rede e 3) Designer como tradutora de marcas. Os três trabalhos que fundamentam as reflexões apresentadas — Caderno de campo, Cuadernos de Medellín e Mulheres Possíveis — são processos criativos que se filiam a uma vertente de obras que ganharam espaço institucional a partir do início dos anos 90, período de particular florescimento de práticas 'pós-estúdio', definidos como arte participativa (BISHOP, 2012). Em todos, a pesquisadora atua como artista propositora (ou como parte de um coletivo propositor) e também como designer gráfica. O método da cartografia, baseado na proposição de Deleuze e Guattari (1995) e ampliado por diversas autoras e autores (PASSOS, KASTRUP e ESCÓSSIA, 2020) é aplicado para acompanhar os processos analisados e não descrever o que se poderia entender como resultados. Propõe-se no bojo da investigação, um modo de pensamento e escritura por 'alinhavos', que, buscando pensar o design em uma perspectiva ontológica (ESCOBAR, 2016), toma a materialidade de algumas obras artísticas, não apenas referências bibliográficas, para desenvolver os conceitos apresentados.

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MEDEIROS, V., BARBOSA, L. (2024). Design gráfico em processos participativos: amarração, rede e marcas. https://doi.org/10.5151/6spdesign-054

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